{"id":4329,"date":"2025-08-29T14:56:50","date_gmt":"2025-08-29T17:56:50","guid":{"rendered":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/?p=4329"},"modified":"2025-08-29T14:58:45","modified_gmt":"2025-08-29T17:58:45","slug":"newsletter-acbrasil-no-101-18-de-julho-de-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/noticias\/newsletter-acbrasil-no-101-18-de-julho-de-2025\/","title":{"rendered":"Newsletter ACBrasil N\u00ba 101\u201318 de julho de 2025"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol\u00e1! Esta \u00e9 a sua newsletter da ACBrasil<\/strong><\/p>\n<p><em>Um clipping sobre as iniciativas da ACBrasil e temas relevantes para a governan\u00e7a corporativa<\/em><\/p>\n<p>\u2018Tarifa\u00e7o\u2019 dos EUA e PMEs: hora de formular estrat\u00e9gias<\/p>\n<p>O an\u00fancio do governo norte-americano sobre a eleva\u00e7\u00e3o em 50% das taxas de importa\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros segue gerando um intenso debate. Direta ou indiretamente, a medida poder\u00e1 afetar a economia nacional de v\u00e1rias maneiras e em v\u00e1rios segmentos produtivos. A rea\u00e7\u00e3o do governo brasileiro, bem como as interlocu\u00e7\u00f5es pol\u00edticas entre os dois pa\u00edses, t\u00eam sido as principais manchetes do notici\u00e1rio nacional: a aus\u00eancia ou o insucesso de poss\u00edveis negocia\u00e7\u00f5es entre os dois pa\u00edses implica na imposi\u00e7\u00e3o dos 50% a partir de 1\u00ba de agosto.<\/p>\n<p>E quanto \u00e0s pequenas e m\u00e9dias empresas? E o papel dos conselhos? Especialistas t\u00eam avaliado as poss\u00edveis consequ\u00eancias do \u201ctarifa\u00e7o\u201d e, principalmente, eventuais estrat\u00e9gias para que os efeitos do \u201ctarifa\u00e7o\u201d n\u00e3o produzam perdas significativas para as PMEs, independentemente de sua participa\u00e7\u00e3o no mercado internacional.<\/p>\n<p><strong>Opini\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Li\u00e7\u00f5es aprendidas para PMEs e estrat\u00e9gias de resili\u00eancia<\/p>\n<p><strong>Marcos Nassutti<\/strong>, head do Comit\u00ea de Riscos da ACBrasil<\/p>\n<p>A din\u00e2mica do com\u00e9rcio global \u00e9 constantemente redefinida por decis\u00f5es pol\u00edticas que reverberam em economias inteiras. Em 9 de julho de 2025, um an\u00fancio vindo dos Estados Unidos gerou preocupa\u00e7\u00e3o no Brasil: a imposi\u00e7\u00e3o de uma tarifa de 50% sobre todas as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os EUA, com efetividade a partir de 1\u00ba de agosto de 2025. Essa medida n\u00e3o \u00e9 um evento isolado, mas sim parte de uma guerra comercial mais ampla que j\u00e1 afeta as rela\u00e7\u00f5es globais, especialmente com a China. Para as Pequenas e M\u00e9dias Empresas (PMEs) brasileiras, que embora representem 40% das empresas exportadoras, contribu\u00edram com apenas 0,8% do valor total exportado em 2024 \u2013 cerca de US$ 2,6 bilh\u00f5es \u2013 essa imposi\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria representa um desafio significativo. Uma pesquisa recente com PMEs brasileiras j\u00e1 reflete a apreens\u00e3o: 63,6% delas expressam temores de impactos negativos no fluxo de caixa devido \u00e0 escalada das tarifas americanas.<\/p>\n<p><strong>Os impactos multifacetados e setoriais nas PMEs brasileiras<\/strong><\/p>\n<p>A imposi\u00e7\u00e3o de tarifas americanas desencadeia uma s\u00e9rie de efeitos em cascata para as PMEs brasileiras, com repercuss\u00f5es diretas em seus custos operacionais, competitividade e viabilidade financeira. Um dos impactos mais imediatos \u00e9 o aumento dos custos de importa\u00e7\u00e3o de insumos essenciais provenientes dos EUA, como componentes de avia\u00e7\u00e3o, pe\u00e7as industriais e derivados de petr\u00f3leo. Essa eleva\u00e7\u00e3o de custos de produ\u00e7\u00e3o, combinada com a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar e a consequente infla\u00e7\u00e3o interna, comprime as margens de lucro das empresas e eleva os pre\u00e7os finais de seus produtos no mercado dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Uma pesquisa detalhada com 550 empres\u00e1rios brasileiros ilustra a profundidade dessas preocupa\u00e7\u00f5es. A maioria esmagadora, 63,6%, manifestou apreens\u00e3o com a capacidade de manter o fluxo de caixa, a press\u00e3o sobre as margens de lucro e o acesso a linhas de cr\u00e9dito. Esses desafios s\u00e3o exacerbados por interrup\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes nas cadeias de suprimento globais e pela persistente burocracia dom\u00e9stica, que muitas vezes impede a agilidade necess\u00e1ria para as empresas se adaptarem rapidamente a mudan\u00e7as dr\u00e1sticas no cen\u00e1rio comercial.<\/p>\n<p>Setores espec\u00edficos sentem o peso dessas tarifas de forma mais aguda. No setor moveleiro, por exemplo, as margens j\u00e1 estreitas s\u00e3o intensificadas pelo aumento dos custos de componentes importados. Muitas empresas se veem obrigadas a absorver integralmente esses aumentos, evitando repass\u00e1-los ao consumidor final para n\u00e3o perderem sua fatia de mercado. Essa absor\u00e7\u00e3o compromete diretamente os lucros, limitando a capacidade de investimento em novos projetos, pesquisa e desenvolvimento.<\/p>\n<p>Outros setores economicamente sens\u00edveis, como a agroind\u00fastria (especialmente carne bovina, caf\u00e9 e suco de laranja), commodities e a manufatura b\u00e1sica, s\u00e3o particularmente vulner\u00e1veis. A depend\u00eancia hist\u00f3rica de mercados externos, aliada \u00e0 volatilidade cambial e \u00e0 dificuldade de encontrar rapidamente fornecedores alternativos para insumos e componentes espec\u00edficos, torna essas PMEs mais expostas a choques externos. A limita\u00e7\u00e3o de recursos financeiros e operacionais para uma transi\u00e7\u00e3o \u00e1gil e a adapta\u00e7\u00e3o a novos mercados \u00e9 um fator cr\u00edtico que amplifica esses impactos, colocando muitas dessas empresas em uma situa\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria.<\/p>\n<p>Essa disparidade entre o impacto agregado e o efeito setorial evidencia que as PMEs, por sua menor escala e menor capacidade de absorver choques, s\u00e3o as mais vulner\u00e1veis. Al\u00e9m disso, a alta do d\u00f3lar e a consequente infla\u00e7\u00e3o pressionam ainda mais os custos operacionais dessas empresas, que j\u00e1 lidam com juros elevados e ambiente econ\u00f4mico incerto.<\/p>\n<p>Neste cen\u00e1rio, a gest\u00e3o de riscos torna-se ferramenta essencial para a sobreviv\u00eancia e adapta\u00e7\u00e3o das PMEs. Um programa de gest\u00e3o de riscos estruturado permite que essas empresas:<\/p>\n<ul>\n<li>Identifiquem vulnerabilidades espec\u00edficas na cadeia de suprimentos e exposi\u00e7\u00e3o cambial, antecipando os efeitos das tarifas e flutua\u00e7\u00f5es do mercado;<\/li>\n<li>Desenvolvam planos de conting\u00eancia, como diversifica\u00e7\u00e3o de fornecedores e mercados, estrat\u00e9gias de hedge cambial e ajustes operacionais;<\/li>\n<li>Monitorem continuamente o ambiente externo, acompanhando decis\u00f5es pol\u00edticas, varia\u00e7\u00f5es cambiais e tend\u00eancias de mercado que impactam diretamente seus neg\u00f3cios;<\/li>\n<li>Incorporem uma cultura de risco, envolvendo lideran\u00e7as e colaboradores para que a preven\u00e7\u00e3o e a resili\u00eancia sejam pr\u00e1ticas constantes, e n\u00e3o rea\u00e7\u00f5es pontuais.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 aqui que os conselhos consultivos independentes desempenham papel crucial. Com vis\u00e3o estrat\u00e9gica e imparcial, eles ajudam as PMEs a estruturar programas de gest\u00e3o de riscos mais eficazes, oferecendo:<\/p>\n<ul>\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e estrat\u00e9gica dos riscos, com base em experi\u00eancia e conhecimento de mercado;<\/li>\n<li>Suporte na elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de planos de a\u00e7\u00e3o, garantindo que as decis\u00f5es sejam tomadas com base em dados e cen\u00e1rios realistas;<\/li>\n<li>Governan\u00e7a fortalecida, promovendo transpar\u00eancia e disciplina na gest\u00e3o, fatores que aumentam a confian\u00e7a de investidores, parceiros e institui\u00e7\u00f5es financeiras;<\/li>\n<li>Amplia\u00e7\u00e3o do networking e acesso a informa\u00e7\u00f5es privilegiadas, essenciais para antecipar movimentos do mercado e identificar oportunidades em meio \u00e0 crise.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m disso, a atua\u00e7\u00e3o de conselhos pode mitigar os efeitos da incerteza que j\u00e1 afeta o marketing, investimentos e contrata\u00e7\u00e3o de pessoal nas PMEs, pois ajuda a criar um ambiente decis\u00f3rio mais seguro e fundamentado, reduzindo a paralisia causada pelo cen\u00e1rio vol\u00e1til.<\/p>\n<p>Em suma, embora o impacto macroecon\u00f4mico das tarifas possa ser moderado, o efeito sobre as PMEs brasileiras \u00e9 profundo e imediato. A ado\u00e7\u00e3o de uma gest\u00e3o de riscos integrada, apoiada por conselhos consultivos independentes, representa n\u00e3o apenas uma resposta defensiva, mas uma estrat\u00e9gia proativa para transformar adversidades em vantagens competitivas. Essa abordagem fortalece a resili\u00eancia, a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o e a sustentabilidade dos pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios diante dos desafios impostos por um ambiente comercial cada vez mais complexo e imprevis\u00edvel.<\/p>\n<p>_________________________<\/p>\n<p><strong>As opini\u00f5es dos articulistas n\u00e3o refletem, necessariamente,<\/strong><\/p>\n<p><strong>a posi\u00e7\u00e3o da ACBrasil a respeito dos temas abordados.<\/strong><\/p>\n<p>_________________________<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cultura e Pessoas<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Humaniza\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho h\u00edbrido:<\/p>\n<p>quando o espa\u00e7o deixa de ter um dono<\/p>\n<p><strong>Ronaldo Fernandes Barbosa<\/strong>, do Comit\u00ea Cultura e Pessoas<\/p>\n<p>Em tempos de transforma\u00e7\u00e3o acelerada, o ambiente de trabalho deixou de ser apenas f\u00edsico \u2014 passou a ser simb\u00f3lico, emocional e, muitas vezes, at\u00e9 mesmo transit\u00f3rio. O modelo h\u00edbrido, adotado por muitas empresas ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>home office<\/em>, trouxe efici\u00eancia, flexibilidade e um novo olhar sobre a rela\u00e7\u00e3o entre produtividade e presen\u00e7a f\u00edsica. Mas tamb\u00e9m levantou um dilema ainda pouco explorado:\u00a0<strong>como humanizar um ambiente de trabalho que j\u00e1 n\u00e3o tem mais um \u201cdono\u201d fixo?<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>personaliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o de trabalho<\/strong>\u00a0sempre foi uma forma leg\u00edtima de express\u00e3o individual. Fotos da fam\u00edlia, objetos pessoais, plantas, livros ou pequenos adornos criam um senso de pertencimento, conforto e identidade. Em um ambiente personalizado, o profissional tende a se sentir mais acolhido, valorizado e emocionalmente conectado com sua rotina. Isso impacta diretamente no bem-estar e, consequentemente, na produtividade.<\/p>\n<p>Contudo, \u00e0 medida que as empresas adotam\u00a0<strong>esta\u00e7\u00f5es rotativas<\/strong>\u00a0para otimizar o uso dos espa\u00e7os f\u00edsicos \u2014 afinal, nem todos est\u00e3o presentes ao mesmo tempo \u2014 surge uma nova realidade:\u00a0<strong>n\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o fixo para cada colaborador.<\/strong><\/p>\n<p><u>Uma experi\u00eancia pessoal<\/u><\/p>\n<p>Em uma visita recente \u00e0 empresa onde trabalhei por muitos anos, de forma presencial \u2014 agora instalada em um novo espa\u00e7o \u2014 deparei-me com essa realidade das esta\u00e7\u00f5es rotativas.\u00a0<strong>Confesso que me senti um pouco desconfort\u00e1vel!<\/strong>\u00a0A sensa\u00e7\u00e3o de estar em um lugar sem refer\u00eancia pessoal, que antes era t\u00e3o familiar, foi marcante. E esse sentimento se intensificou ao observar ex-colegas preocupados em\u00a0<strong>chegar mais cedo para garantir o lugar onde se sentiam melhor<\/strong>.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7a de din\u00e2mica pode parecer sutil, mas carrega implica\u00e7\u00f5es importantes sobre pertencimento e identidade no trabalho.<\/p>\n<p><u>O dilema da esta\u00e7\u00e3o compartilhada<\/u><\/p>\n<p>Essa nova configura\u00e7\u00e3o, embora pr\u00e1tica e economicamente vi\u00e1vel, traz consigo uma\u00a0<strong>perda simb\u00f3lica relevante<\/strong>. A aus\u00eancia de um espa\u00e7o pr\u00f3prio pode gerar um sentimento de despersonaliza\u00e7\u00e3o. O colaborador chega, ocupa qualquer lugar dispon\u00edvel, conecta seu notebook e come\u00e7a o dia \u2014 mas\u00a0<strong>sem elementos que o fa\u00e7am sentir que aquele ambiente tamb\u00e9m \u00e9 dele<\/strong>.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a\u00a0<strong>humaniza\u00e7\u00e3o do trabalho<\/strong>\u00a0precisa ser repensada. Vai al\u00e9m de um escrit\u00f3rio com\u00a0<em>design<\/em>\u00a0moderno ou de eventos de integra\u00e7\u00e3o. Trata-se de\u00a0<strong>criar condi\u00e7\u00f5es para que, mesmo em um espa\u00e7o compartilhado, as pessoas se sintam vistas, respeitadas e acolhidas.<\/strong><\/p>\n<p><u>Como humanizar um espa\u00e7o compartilhado?<\/u><\/p>\n<p>Alguns cuidados podem contribuir para amenizar os efeitos dessa impessoalidade e promover um ambiente mais humano, mesmo em esta\u00e7\u00f5es rotativas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Ambientes neutros, mas com \u201calma\u201d<\/strong>: investir em espa\u00e7os agrad\u00e1veis, com ilumina\u00e7\u00e3o acolhedora, arte nas paredes, plantas e um\u00a0<em>design<\/em>\u00a0que transmita cuidado. Mesmo sendo compartilhado, o espa\u00e7o precisa \u201cconversar\u201d com quem o utiliza.<\/li>\n<li><strong>Escuta ativa e autonomia<\/strong>: envolver os colaboradores nas decis\u00f5es sobre o uso do espa\u00e7o e permitir certa flexibilidade de hor\u00e1rios e reservas. A sensa\u00e7\u00e3o de controle sobre a pr\u00f3pria rotina contribui significativamente para o bem-estar.<\/li>\n<li><strong>Rituais de pertencimento<\/strong>: criar pequenos rituais simb\u00f3licos que reforcem a identidade coletiva da equipe, mesmo que o espa\u00e7o f\u00edsico seja rotativo \u2014 como murais colaborativos, rituais de boas-vindas ou espa\u00e7os tem\u00e1ticos por \u00e1rea.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A tecnologia nos libertou do local fixo de trabalho, mas o ser humano continua necessitando de v\u00ednculos \u2014 com pessoas, com valores e, sim, com\u00a0<strong>espa\u00e7os<\/strong>. Humanizar o trabalho h\u00edbrido \u00e9 aceitar que\u00a0<strong>efici\u00eancia e empatia podem (e devem) andar juntas<\/strong>. E que, mesmo em um mundo de esta\u00e7\u00f5es rotativas, \u00e9 poss\u00edvel \u2014 e necess\u00e1rio \u2014 manter viva a ideia de que\u00a0<strong>cada pessoa precisa de um espa\u00e7o onde se sinta em casa.<\/strong><\/p>\n<p>E voc\u00ea, o que pensa sobre esses cuidados? Acredita que a humaniza\u00e7\u00e3o do ambiente de trabalho ainda faz sentido? Como ser\u00e1 que a nova gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 chegando \u00e0s empresas enxerga esse tema?<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>___________________________________<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A maioria das vagas de conselheiros \u00e9 preenchida atrav\u00e9s de networking.<\/p>\n<p>Na ACBrasil voc\u00ea pode criar e fortalecer contatos e parcerias.<\/p>\n<p>Fale com a gente:\u00a0<a href=\"mailto:contato@acbrasil.org.br\">contato@acbrasil.org.br<\/a><\/p>\n<p>___________________________________<\/p>\n<p><strong>Economia &amp; neg\u00f3cios<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcelo Fonseca<\/strong>, associado da ACBrasil<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Tarifa de 50% imposta por Trump imp\u00f5e desafios e oportunidades<\/p>\n<p>Diz-se que os americanos negociam com um sorriso no rosto e um porrete na m\u00e3o. Bem, Donald Trump renunciou ao sorriso e tem espalhado sua pol\u00edtica tarif\u00e1ria de forma indiscriminada pelo mundo afora, sem diferenciar parceiros comerciais de longa data de pa\u00edses que nem mantem rela\u00e7\u00e3o de troca com os Estados Unidos. A incerteza \u00e9 a \u00fanica constante nesta fase do com\u00e9rcio internacional. Para o Brasil restou a imposi\u00e7\u00e3o de tarifas de 50% (com validade a partir de 1\u00ba de agosto). Trump inaugura tamb\u00e9m abordagem de geopol\u00edtica rasa ao misturar no mesmo balaio quest\u00f5es econ\u00f4micas com persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<p>No salve-se quem puder orquestrado por Trump resta a diplomacia brasileira escutar o setor econ\u00f4mico nacional para tra\u00e7ar a melhor estrat\u00e9gia poss\u00edvel de negocia\u00e7\u00e3o, preferencialmente sem insinuar qualquer tipo de retalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Neste caso nem tudo \u00e9 negativo<\/strong><\/p>\n<p>Inicialmente, a imposi\u00e7\u00e3o de tarifas afetar\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os Estados Unidos; na verdade uma al\u00edquota de 50% inviabilizar\u00e1 a venda de nossos produtos, tudo mais constante em rela\u00e7\u00e3o a taxa de c\u00e2mbio. Alguns setores como avia\u00e7\u00e3o (Embraer), carnes, laranja, enfim, os que tenham maior concentra\u00e7\u00e3o de vendas ao mercado norte-americano sentir\u00e3o o impacto, e junto com eles toda a cadeia produtiva interna destes segmentos. Alguns economistas estimam que o PIB possa ter redu\u00e7\u00e3o de algo em torno de 0,3%.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Qual seria o outro lado da moeda?<\/strong><\/p>\n<p>Os produtos que seriam eventualmente exportados aos Estados Unidos poderiam ser redirecionados ao mercado interno, contribuindo para a queda dos pre\u00e7os. Esse cen\u00e1rio, caso se confirmasse, poderia ser incorporado as decis\u00f5es do Banco Central, que conseguiria iniciar seu ciclo de redu\u00e7\u00e3o da SELIC, por exemplo.<\/p>\n<p>O c\u00e2mbio seria uma vari\u00e1vel importante neste contexto, pois ainda n\u00e3o est\u00e1 claro a sua trajet\u00f3ria, dadas as atuais circunst\u00e2ncias. Um movimento de deprecia\u00e7\u00e3o do Real poderia ocorrer em fun\u00e7\u00e3o do agravamento da tens\u00e3o pol\u00edtica entre o Brasil e os Estados Unidos. Tal deprecia\u00e7\u00e3o traria impactos negativos sobre a infla\u00e7\u00e3o, o que poderia reduzir eventuais ganhos com a maior oferta de produtos no mercado nacional, tal como exposto anteriormente. Entretanto, a pol\u00edtica econ\u00f4mica de Trump pressiona o d\u00f3lar ao sinalizar que o d\u00e9ficit fiscal norte-americano seguir\u00e1 alto e crescendo, o que enfraquece o d\u00f3lar frente a outras moedas.<\/p>\n<p>Nada est\u00e1 definido e todas as alternativas est\u00e3o sobre a mesa.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Capit\u00e3o Am\u00e9rica e a nova ordem mundial<\/strong><\/p>\n<p>Tra\u00e7ar cen\u00e1rios prospectivos \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil; \u00e9 natural que ocorram altera\u00e7\u00f5es na conjuntura econ\u00f4mica que alterem a trajet\u00f3ria esperada de vari\u00e1veis econ\u00f4micas, entretanto, o que estamos presenciando hoje \u00e9 a total incerteza quanto as a\u00e7\u00f5es de uma pot\u00eancia econ\u00f4mica, e o total abandono de quaisquer regras comerciais que foram sedimentadas ao longo de d\u00e9cadas. A \u201ccereja do bolo\u201d (amarga, por sinal) \u00e9 a inclus\u00e3o de ideologia pol\u00edtica na ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas econ\u00f4micas que impactam parceiros comerciais.<\/p>\n<p>Trump, ao se imiscuir na pol\u00edtica nacional, nos oferece a possibilidade de refletir sobre a nova ordem mundial que est\u00e1 sendo constru\u00edda.<\/p>\n<p><strong>___________________<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Neg\u00f3cios em fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Relacionamento familiar e governan\u00e7a em empresas familiares:<\/p>\n<p>um caminho para o sucesso sustent\u00e1vel<\/p>\n<p><strong>Nilton Volpi<\/strong>, doComit\u00ea de Empresas Familiares<\/p>\n<p>As empresas familiares representam uma parcela significativa da economia brasileira, sendo respons\u00e1veis por grande parte da gera\u00e7\u00e3o de empregos e da renda no pa\u00eds. No entanto, apesar da for\u00e7a e longevidade de muitas delas, enfrentam desafios peculiares relacionados ao equil\u00edbrio entre la\u00e7os afetivos e interesses empresariais. Nesse contexto, a governan\u00e7a corporativa tem se mostrado um instrumento essencial para garantir a continuidade dos neg\u00f3cios, promover um ambiente de confian\u00e7a e preservar a harmonia familiar.<\/p>\n<p>O principal dilema da empresa familiar \u00e9 conciliar os objetivos econ\u00f4micos da organiza\u00e7\u00e3o com as din\u00e2micas emocionais e, por vezes, complexas das rela\u00e7\u00f5es familiares. O envolvimento de diferentes gera\u00e7\u00f5es, vis\u00f5es de mundo e interesses pode gerar conflitos se n\u00e3o houver uma estrutura clara de gest\u00e3o e sucess\u00e3o. Para mitigar esses riscos, a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de governan\u00e7a e a cria\u00e7\u00e3o de f\u00f3runs espec\u00edficos \u2014 como conselhos de administra\u00e7\u00e3o, conselhos de fam\u00edlia e comit\u00eas de sucess\u00e3o \u2014 s\u00e3o fundamentais.<\/p>\n<p>A estrutura\u00e7\u00e3o de uma empresa familiar bem-sucedida come\u00e7a com a separa\u00e7\u00e3o clara entre propriedade, gest\u00e3o e fam\u00edlia. \u00c9 importante estabelecer pap\u00e9is definidos, com crit\u00e9rios objetivos para a entrada de membros da fam\u00edlia na opera\u00e7\u00e3o da empresa, remunera\u00e7\u00e3o justa e baseada em desempenho, e planos de carreira que n\u00e3o se confundam com privil\u00e9gios heredit\u00e1rios.<\/p>\n<p>O protocolo familiar \u00e9 um instrumento bastante utilizado nesse processo. Trata-se de um documento constru\u00eddo coletivamente, que formaliza as regras da rela\u00e7\u00e3o entre a fam\u00edlia e a empresa. Ele aborda temas como sucess\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o de lucros, conflitos de interesse e valores que norteiam a organiza\u00e7\u00e3o. Mais do que um contrato, o protocolo \u00e9 um pacto que fortalece o di\u00e1logo intergeracional e evita rupturas futuras.<\/p>\n<p>Outro elemento vital \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o dos herdeiros. A prepara\u00e7\u00e3o das novas gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o deve se limitar ao aspecto t\u00e9cnico, mas tamb\u00e9m abranger o desenvolvimento da lideran\u00e7a, da \u00e9tica e do compromisso com o legado. A profissionaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o, com a presen\u00e7a de executivos qualificados \u2014 familiares ou n\u00e3o \u2014 tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de preservar o foco nos resultados e assegurar a competitividade da empresa.<\/p>\n<p>Diversos grupos empresariais brasileiros conseguiram atravessar gera\u00e7\u00f5es com sucesso ao implementar boas pr\u00e1ticas de governan\u00e7a e cultivar o respeito \u00e0s rela\u00e7\u00f5es familiares.<\/p>\n<p>Um exemplo not\u00e1vel \u00e9 o Grupo Gerdau, fundado em 1901 e hoje uma das maiores produtoras de a\u00e7o das Am\u00e9ricas. A Gerdau passou por processos estruturados de sucess\u00e3o e conta com conselhos profissionais atuantes, al\u00e9m de valorizar o desenvolvimento das lideran\u00e7as internas.<\/p>\n<p>Outro caso de destaque \u00e9 o Grupo Votorantim, que tamb\u00e9m possui mais de um s\u00e9culo de exist\u00eancia. Controlado pela fam\u00edlia Erm\u00edrio de Moraes, o grupo adotou um modelo de governan\u00e7a robusto, com a cria\u00e7\u00e3o de conselhos de administra\u00e7\u00e3o independentes e estrat\u00e9gias de longo prazo que priorizam inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade. A fam\u00edlia atua majoritariamente na esfera estrat\u00e9gica, deixando a gest\u00e3o para executivos profissionais.<\/p>\n<p>Um terceiro exemplo \u00e9 o Magazine Luiza, empresa que nasceu como um pequeno varejo no interior de S\u00e3o Paulo e se tornou uma gigante do e-commerce nacional. A fam\u00edlia Trajano, fundadora da empresa, teve papel decisivo na transi\u00e7\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es e na profissionaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o. A presen\u00e7a carism\u00e1tica de Luiza Helena Trajano foi acompanhada por um modelo de governan\u00e7a transparente e inclusivo, que permitiu a valoriza\u00e7\u00e3o dos valores familiares enquanto a empresa se expandia agressivamente no mercado.<\/p>\n<p>Esses exemplos mostram que o sucesso empresarial de longo prazo em empresas familiares est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 capacidade de adapta\u00e7\u00e3o, profissionaliza\u00e7\u00e3o e, sobretudo, \u00e0 maturidade das rela\u00e7\u00f5es familiares. A governan\u00e7a, quando bem implementada, n\u00e3o apenas fortalece a empresa, mas tamb\u00e9m contribui para preservar o afeto, a confian\u00e7a e o respeito entre os membros da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Conclui-se, portanto, que a constru\u00e7\u00e3o de uma cultura organizacional s\u00f3lida, alicer\u00e7ada em valores compartilhados, processos transparentes e lideran\u00e7a consciente, \u00e9 o caminho mais eficaz para garantir a perenidade da empresa familiar. O equil\u00edbrio entre raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o, entre lucro e legado, \u00e9 o que distingue aquelas que conseguem se reinventar a cada gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>___________________<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Iniciativas<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>II F\u00f3rum ACBrasil<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O II F\u00f3rum Nacional da ACBrasil acontecer\u00e1 dia\u00a0<strong>21 de agosto<\/strong>, nas depend\u00eancias do Instituto Mackenzie,em S\u00e3o Paulo. Os pain\u00e9is j\u00e1 est\u00e3o definidos<\/p>\n<p>\u2013 Governan\u00e7a p\u00f3s-M&amp;A, com\u00a0<strong>M\u00e1rcio Waldman<\/strong>, presidente da ACBrasil; e\u00a0<strong>George Bonfim<\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Governan\u00e7a no Setor de \u00d3leo e G\u00e1s, com\u00a0<strong>S\u00e9rgio Ara\u00fajo<\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sucess\u00e3o em Empresas Familiares, com\u00a0<strong>Rog\u00e9rio Medeiros<\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Economia Circular e Governan\u00e7a, com\u00a0<strong>Leandro Farah<\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Diversidade em conselhos, com\u00a0<strong>Fel\u00edcia Hauach<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s as apresenta\u00e7\u00f5es, acontece um happy hour, incentivando o networking. Os organizadores preveem a participa\u00e7\u00e3o de pelo menos 250 pessoas.<\/p>\n<p>No evento tamb\u00e9m acontecer\u00e1 o lan\u00e7amento de um livro colaborativo, elaborado por 14 membros da ACBrasil. A edi\u00e7\u00e3o est\u00e1 em fase final e seus organizadores agora tamb\u00e9m atuam para contatar poss\u00edveis patrocinadores.<\/p>\n<p>Os interessados (PF e PJ) devem entrar em contato com\u00a0<strong>Isa Degaspari<\/strong>, diretora de parceria e capta\u00e7\u00e3o de patroc\u00ednios:\u00a0<a href=\"mailto:idegaspari02@gmail.com\">idegaspari02@gmail.com<\/a><\/p>\n<p><strong><em>Vagas em Conselhos<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Contatos estabelecidos pelos comit\u00eas da ACBrasil com PMEs est\u00e3o gerando os primeiros resultados \u2013 vagas em Conselhos Consultivos. Para quem ainda n\u00e3o \u00e9 associado, fica a dica: una-se \u00e0 ACBrasil e pratique a governan\u00e7a nas vagas oferecidas por seus parceiros.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>_____________________________<\/p>\n<h5><strong>Dicas de leitura<\/strong><\/h5>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4332 aligncenter\" src=\"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-dicas-de-leitura-1.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"466\" srcset=\"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-dicas-de-leitura-1.jpg 320w, https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-dicas-de-leitura-1-150x218.jpg 150w, https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-dicas-de-leitura-1-300x437.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/p>\n<p><strong>Capital relacional<\/strong><\/p>\n<p>Roberto Tranjan prop\u00f5e que pessoas, neg\u00f3cios e mercados resgatem a raz\u00e3o de ser da sua exist\u00eancia para trilhar um caminho s\u00f3lido e bem-sucedido rumo ao crescimento. Mas muito al\u00e9m de ser uma nova t\u00e9cnica, o Capital Relacional revela-se como um saber que ultrapassa os limites do mundo corporativo e se torna um jeito de viver. Para aproximar o leitor dos conceitos e estrat\u00e9gias propostas, Tranjan lan\u00e7a m\u00e3o de recursos ficcionais e tece sua narrativa em torno da admir\u00e1vel Jarina, uma jovem que recebeu a t\u00e3o esperada promo\u00e7\u00e3o a gestora do departamento de Relacionamento com o Cliente da Z\u00eanite, empresa l\u00edder na qual a jovem come\u00e7ou sua carreira. Ap\u00f3s um rev\u00e9s inesperado, Jarina precisar\u00e1 confrontar os desafios e as verdades inerentes \u00e0 lideran\u00e7a a partir de uma nova perspectiva.<\/p>\n<p><strong>Capital Relacional<\/strong>, de Roberto Tranjan. Buzz Editora Fundamento (2021), 272 p\u00e1ginas.<\/p>\n<p>___________________________________<\/p>\n<p><strong>Ainda n\u00e3o se associou \u00e0 ACBrasil?<\/strong><\/p>\n<p>Junte-se a n\u00f3s atrav\u00e9s do QR Code<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>___________________________________<\/p>\n<p><strong>Datas<\/strong><\/p>\n<p><strong>28 de julho \u2013 Dia do Agricultor<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O Dia do Agricultor foi criado em 1960, em comemora\u00e7\u00e3o ao anivers\u00e1rio de 100 anos da funda\u00e7\u00e3o da Secretaria de Estado dos Neg\u00f3cios da Agricultura, Com\u00e9rcio e Obras P\u00fablicas, em 1860, por Dom Pedro II. \u00c0 \u00e9poca, a maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira vivia no campo e a homenagem voltava-se especialmente ao pequeno produtor. Nos \u00faltimos 50 anos, por\u00e9m, a agricultura ganhou espa\u00e7o como um dos setores mais importantes da economia nacional, congregando grandes produtores no chamado agroneg\u00f3cio. Atualmente ele desempenha um papel crucial na economia brasileira, sendo um dos principais motores do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da balan\u00e7a comercial. Em 2024, o setor respondeu por cerca de 23% do PIB. Al\u00e9m disso, o agroneg\u00f3cio \u00e9 respons\u00e1vel por uma parcela significativa das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras e empregos, com dados variando entre 26% e 43%.<\/p>\n<p>A ACBrasil congratula-se com todos os profissionais, grandes ou pequenos produtores, envolvidos no agroneg\u00f3cio, destacando seu papel central na economia brasileira e na vida do pa\u00eds.<\/p>\n<p>________________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>ACBrasil<\/strong><\/p>\n<p>Pela integridade na governan\u00e7a<\/p>\n<p><em>A Associa\u00e7\u00e3o de Conselheiros do Brasil (ACBrasil) tem por finalidade promover, fortalecer, congregar e representar profissionais que atuam como conselheiros em organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, com e sem fins lucrativos, tendo como meta implantar princ\u00edpios e pr\u00e1ticas de Governan\u00e7a Corporativa, em prol do desenvolvimento sustent\u00e1vel, considerando os neg\u00f3cios como catalisadores das mudan\u00e7as necess\u00e1rias e gerando impacto positivo sobre a sociedade.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1! Esta \u00e9 a sua newsletter da ACBrasil Um clipping sobre as iniciativas da ACBrasil e temas relevantes para a governan\u00e7a corporativa \u2018Tarifa\u00e7o\u2019 dos EUA e PMEs: hora de formular estrat\u00e9gias O an\u00fancio do governo norte-americano sobre a eleva\u00e7\u00e3o em 50% das taxas de importa\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros segue gerando um intenso debate. Direta ou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":52,"featured_media":4330,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_uag_custom_page_level_css":"","tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":""},"categories":[88,19],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4329","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-newsletter","8":"category-noticias"},"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",1200,675,false],"thumbnail":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-300x300.jpg",300,300,true],"medium":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-800x450.jpg",800,450,true],"medium_large":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-768x432.jpg",696,392,true],"large":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",696,392,false],"1536x1536":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",1200,675,false],"2048x2048":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",1200,675,false],"td_150x0":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-150x84.jpg",150,84,true],"td_218x150":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-218x150.jpg",218,150,true],"td_300x0":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-300x169.jpg",300,169,true],"td_324x400":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-324x400.jpg",324,400,true],"td_485x360":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-485x360.jpg",485,360,true],"td_696x0":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-696x392.jpg",696,392,true],"td_1068x0":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-1068x601.jpg",1068,601,true],"td_1920x0":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",1200,675,false],"td_265x198":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-265x198.jpg",265,198,true],"td_741x486":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2-741x486.jpg",741,486,true],"gamipress-points":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",50,28,false],"gamipress-achievement":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",100,56,false],"gamipress-rank":["https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/newsletter-\u2013-acbrasil-no-101-\u2013-19-de-julho-de-2025-1200x675-2.jpg",100,56,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Jessica Tavares","author_link":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/author\/jessica-tavares\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Ol\u00e1! Esta \u00e9 a sua newsletter da ACBrasil Um clipping sobre as iniciativas da ACBrasil e temas relevantes para a governan\u00e7a corporativa \u2018Tarifa\u00e7o\u2019 dos EUA e PMEs: hora de formular estrat\u00e9gias O an\u00fancio do governo norte-americano sobre a eleva\u00e7\u00e3o em 50% das taxas de importa\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros segue gerando um intenso debate. Direta ou&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4329","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/users\/52"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4329"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4329\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4334,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4329\/revisions\/4334"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4330"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4329"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4329"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acbrasil.org.br\/cms\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4329"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}