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Newsletter – ACBrasil Nº 117 – 13 de mar de 2026

Nesta edição:

Opinião: A presençafemininanosconselhos: avanços, limites e o impacto real natomada de decisão, por Thais Nather

 Economia & Negócios: Guerra de Trump pode impactar a inflação doméstica, por Marcelo Fonseca

Governança corporativa em tempos de crise de confiança, por Laio Gastaldello Zambello

Pílulas tributárias, por Mariana Di Nardo

Newsletter – ACBrasil

Nº 117 – 13 de março de 2026

Olá! Esta é a sua newsletter da ACBrasil

Um clipping sobre as iniciativas da ACBrasil e temas relevantes para a governança corporativa

 Número de mulheres em conselhos cresce,

mas ainda está a baixo das espectativas.

Embora tenha sido registrado um pequeno aumento no número de mulheres nas cadeiras de conselhos das companhias, informações do relatório Diversidade de Gênero e Raça de Administradores e Empregados das Empresas de Capital Aberto, realizado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), referente a 2025, apontam que as conselheiras ocupam, em média, 21,1% dos assentos dos conselhos de administração.Valeria Café, diretora-geral do IBGC, afirma que o cenário não tem evoluído como esperado. “A B3 mostra que 65% das empresas listadas têm ao menos uma mulher em conselho, mas ainda é muito pouco, pois temos 35% das empresas sem nenhuma mulher.

Saiba mais sobre este cenário em notícia publicada aqui:

Cresce presença feminina em conselhos, mas desigualdade persiste

 Opinião

 A presença feminina nos conselhos:

avanços, limites e o impacto real natomada de decisão

Thais Nather, associada da ACBrasil

https://www.linkedin.com/in/thaisnather/

A matéria publicada pelo Meio & Mensagem aponta que a presença feminina nos conselhos de administração no Brasil vem crescendo, ainda que de forma lenta. Mesmo com marcos regulatórios importantes, como a reserva gradual de 30% das cadeiras para mulheres em conselhos de estatais, os números revelam que a equidade de gênero segue distante da realidade da maioria das empresas. Com base na matéria, mulheres ocupam pouco mais de um quinto das cadeiras de conselhos e, embora muitas companhias já contem com ao menos uma conselheira, a participação efetiva permanece simbólica.

A reportagem também evidencia que o principal entrave é estrutural. A baixa presença feminina em cargos executivos cria um funil que limita o acesso aos conselhos, reforçando a necessidade de repensar sucessão, critérios de escolha e maturidade da governança. Fato é, que pessoas diferentes em um colegiado, geram discussões com pluralidade de visões, trazendo maior provocação nos espaços de decisões estratégicas.

Essa leitura é reforçada por análises da recente matéria da Fernanda Gonçalves, do Valor Econômico, para a qual fui entrevistada, onde reforço que, apesar do avanço ao longo dos últimos anos, o patamar atual ainda está longe da paridade de gênero nos conselhos.

À luz da pesquisa que liderei através da EXEC Consultoria, em parceria com o 30% Club e apoio do IBGC, sob a ótica exclusiva de 72 presidentes de conselhos, analisando o impacto das mulheres nos conselhos, adiciona-se um elemento essencial ao debate: Qual é o impacto prático da presença feminina? O estudo mostra que a inclusão de mulheres não é percebida como risco ou concessão, mas como fator que fomenta um ambiente mais respeitoso no colegiado, eleva a qualidade das discussões em virtude dos diferentes pontos de vista, amplia a escuta ativa, a empatia, fortalece a cultura e torna as decisões, por consequência, mais prudentes. Além disso, fomenta que as executivas das empresas enxerguem a possibilidade de encarreiramento e se capacitem para, futuramente, estarem aptas a aportar valor em um conselho. Nenhum dos respondentes relatou impactos negativos, e os efeitos positivos se mostraram mais consistentes em conselhos com maior equilíbrio de gênero, em sua maioria, compostos por membros independentes e em estruturas mais maduras.

Os dados convergem para uma conclusão clara de que a paridade ainda é uma jornada longa a ser percorrida, contudo, quando integrada à estratégia da companhia, ela se traduz em melhoria das decisões, do ambiente do colegiado, traz impacto reputacional e cultural positivo para as instituições, fomentando discussões com maior pluralidade de pontos de vista. O desafio é transformar intenção em ação estruturada, através de programas de desenvolvimento e mentorias para capacitar ainda mais mulheres a ascensão em suas carreiras executivas, até que estejam aptas a serem Conselheiras maduras. Além disso, é importante que as empresas realizem seleção profissionalizada de conselheiras, de modo que selecionem mulheres que tenham, de fato, o perfil alinhado com a matriz de competências exigida para tal colegiado e que estejam devidamente capacitadas tecnicamente e preparadas para aportar valor ao foco estratégico da companhia, visando a perenidade do negócio.

Na minha opinião, temos um caminho a percorrer para a paridade de gênero, que incorre na capacitação de mais mulheres, mentoria para executivas que denotam potencial em serem conselheiras e, certamente, seleção profissional para Conselhos, para que se deixe o campo de busca limitado ao networking dos próprios conselheiros, abrangendo-o para bancos de talentos mais amplos.

Fato é que a pluralidade técnica e de visões nos colegiados, com pessoas (independente de gênero) devidamente capacitadas e com competências alinhadas ao plano estratégico da companhia, por si só, é benéfica e estratégica para tomadas de decisões que consideram diversos pontos de vista, mitigando riscos, e incluir mulheres nos colegiados, impactará  positivamente o negócio.

 

Economia & Negócios

Guerra de Trump pode impactar a inflação doméstica

Marcelo Fonseca, associado da ACBrasil

https://www.linkedin.com/in/marcelomfonseca/

O conflito no oriente médio não parece ter final próximo. Apesar do poderio militar dos Estados Unidos e Israel ser superior ao Iraniano, a conquista de um país e a mudança do regime não será tão simples assim (veja-se o conflito entre a Ucrânia e a Rússia). Os efeitos econômicos da guerra dependerão da duração da mesma e o que salta aos olhos e causa preocupação é o choque de oferta provocado pela queda/interrupção de fornecimento de petróleo produzido na região.

Um choque de oferta é caracterizado por uma mudança repentina e significativa na capacidade de produção ou no custo de produção de bens e serviços em uma economia. É o que acontecerá caso a guerra não seja breve e já sabemos como este tipo de choque impacta a economia quando o insumo é o petróleo. Não se trata do aumento apenas na bomba de gasolina; de fato este tipo de aumento tem a capacidade de se espalhar pela economia por conta dos fretes e muitos outros produtos que usam este insumo como matéria-prima.

Além do impacto de primeira ordem sobre bens e serviços ocorrem também os impactos de segunda ordem, que podem exemplo podem ser: aumento do preço dos transportes, dos alimentos, que se propagam pela economia. Os de primeira ordem podem ser temporários, entretanto os de segunda podem se tornar permanentes e são objeto de preocupação da autoridade monetária.

Recordar é viver

Nos anos 70 o mundo passou por duas crises do petróleo, em 1973 e 1979, sendo que a segunda foi causada pela queda na produção de petróleo do Irã, e aqui vale recordar como o Brasil reagiu a crise.

Antes, um pouco de teoria básica de economia. Uma redução drástica na oferta de petróleo é um choque negativo de oferta, claro está, portanto, que a oferta deste bem se retrai. Agora imagine que a economia estava em equilíbrio entre oferta e procura antes do choque, com a retração da oferta os preços sobem para um mesmo nível de demanda e, neste caso, em função dos efeitos propagadores já comentados acima, teremos aumento da inflação. A resposta para reduzir o preço do bem é contrair também a procura, objetivando um novo nível de equilíbrio onde preços e produto cairão, mas a inflação será controlada. E qual foi a resposta do governo brasileiro ao choque do petróleo nos anos 70?

Acertou quem falou que o governo fez exatamente o contrário do receituário tradicional, foi a chamada “Marcha acelerada”. A ideia central era manter o crescimento econômico mesmo diante do choque externo causado pelo aumento do preço do petróleo. Em vez de desacelerar a economia, o governo decidiu acelerar o processo de industrialização e investimento, financiando isso com capital externo. Agora, já com o exercício de oferta e procura entendidos concluímos que não só o governo optou por não contrair a demanda, mas a expandiu, essa expansão gerou inflação sem efeitos positivos sobre o crescimento econômico. Uma tragédia que abateu a sociedade brasileira através da mazela da carestia.

“No Brasil, até o passado é incerto” (Pedro Malan)

E muitas vezes responsáveis pela política econômica cometem os mesmos erros com a boa intenção de que agora será diferente. Fato é que o arranjo institucional de hoje nos protege de barbeiragens, sobretudo pelo fato de termos um Banco Central independente. Contudo, o panorama fiscal, ou seja, dos gastos do governo, é sempre um risco, sendo mais suscetível a interesses políticos. Já sabemos que este governo não acredita em equilíbrio fiscal, então como reagirá a eventual aumento da taxa de juros, ou à manutenção no patamar em que se encontra?

Teremos uma nova “Marcha acelerada”?

Governança

Governança corporativa em tempos de crise de confiança

Laio GastaldelloZambelo, do Comitê Jurídico da ACBrasil

https://www.linkedin.com/in/laiogastaldello/

Nos últimos anos e, principalmente, no ano de 2026, estamos vivenciando inúmeras crises corporativas envolvendo grandes grupos empresariais e instituições financeiras e, ao mesmo tempo, há crise reputacional do Poder Judiciário.

Clientes foram prejudicados, membros da alta liderança de grupos empresariais foram surpreendidos com a busca de responsáveis e a confiança do mercado está abalada.

Nesse contexto de insegurança, a ética e a confiança de grupos empresariais renomados foram colocadas em xeque e o mercado não sabe em quem confiar e onde investir.

Será que essas crises foram originadas por uma única decisão errada ou apenas pela falta de caixa? A resposta é não, para a maioria das situações.

A maioria dos colapsos nas grandes organizações decorre da falta de processos, da falta de transparência e da omissão na supervisão.

Os membros da alta liderança e, eventualmente, os membros de conselhos de administração e de conselhos fiscais, sabem ou deveriam saber que podem ser responsabilizados por decisões e atitudes de terceiros e pela omissão na fiscalização das respectivas empresas em que atuam.

Mais importante que o caixa é a manutenção da boa reputação da organização e dos membros da alta liderança, individualmente.

Em um momento de crises e de insegurança, as principais ferramentas para a proteção de empresas e de executivos são a governança e a transparência.

Para empresas familiares, que representam parcela significativa da economia brasileira e concentram parte relevante da geração de empregos, a governança se torna relevante porque é comum a ausência de estruturas claras, conflitos sucessórios e disputas de poder.

A criação de estruturas, processos e mecanismos institucionais é indispensável para permitir a supervisão efetiva, a tomada de decisões responsáveis e a prevenção de riscos organizacionais e, consequentemente, para manter ou aumentar a boa reputação das organizações.

Entre esses instrumentos, destacam-se a definição das responsabilidades de cada setor, a implementação de conselhos independentes, a existência de políticas de gestão de riscos, a adoção de método seguro e eficaz para controle de tarefas, a existência de acordo de sócios e protocolo familiar e a criação de canal de denúncia independente.

Igualmente relevante é a definição de um planejamento sucessório estruturado. Independentemente de uma empresa possuir ou não característica familiar, a omissão sobre a forma de sucessão pode gerar conflitos internos, incerteza quanto à tomada de decisões em situações de ausência de sócios e, consequentemente, potencializar riscos institucionais e reputacionais para a organização.

Em um cenário de recorrentes crises corporativas e institucionais no Brasil, a governança deixou de ser apenas uma boa prática e passou a ser condição essencial para a sobrevivência das empresas e para a manutenção da confiança de clientes e investidores.

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A maioria das vagas de conselheiros é preenchida através de networking.

Na ACBrasil você pode criar e fortalecer contatos e parcerias.

Fale com a gente: contato@acbrasil.org.br

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Pílulas tributárias 

Mariana DiNardo, do Comitê Jurídico da ACBrasil

https://www.linkedin.com/in/marina-di-nardo-987020b9/

 

Holding imobiliária volta ao centro do planejamento patrimonial

Com a entrada do novo sistema tributário, a constituição de holdings imobiliárias tende a ganhar espaço, especialmente diante do aumento da carga fiscal sobre a locação realizada por pessoa física.

A adoção da estrutura de holding não deve ser automática

A viabilidade da holding depende da análise do número de imóveis, da receita bruta anual, da intenção de venda e dos objetivos patrimoniais e sucessórios do proprietário.

Pessoa física poderá suportar carga tributária maior

No novo cenário, a locação por pessoa física pode se tornar mais onerosa com a incidência conjunta do imposto de renda e do IBS/CBS.

Há parâmetros objetivos para acender o alerta

Em termos práticos, proprietários com mais de três imóveis alugados e receita bruta anual superior a R$ 240 mil passam a ter incentivo maior para avaliar a migração para pessoa jurídica. No caso de apenas um imóvel, essa discussão pode surgir quando a receita ultrapassar R$ 288 mil por ano.

A diferença de carga tributária tende a ser relevante

Na pessoa física, a tributação do aluguel pode alcançar cerca de 35,9%, considerando IR e IBS/CBS. Já na pessoa jurídica, especialmente no lucro presumido, a carga estimada pode ficar em torno de 19,28%, o que torna a estrutura societária potencialmente mais vantajosa em determinados casos.

A holding pode trazer ganhos de gestão e sucessão

A estrutura pode centralizar a administração dos imóveis, facilitar a organização patrimonial e permitir a definição prévia de regras de uso, administração e alienação por meio de contrato social e acordo de sócios.

A sucessão tende a se tornar mais organizada

Em vez da transmissão individualizada de cada imóvel, passam a ser transmitidas as quotas da sociedade, o que pode conferir mais previsibilidade e racionalidade ao processo sucessório.

O ITBI continua sendo um dos principais pontos de atenção

Na integralização dos imóveis ao capital da holding, embora a legislação preveja hipóteses de imunidade (não tributação), permanecem discussões relevantes quando o município entende que a sociedade possui atividade preponderantemente imobiliária. Nesses casos, pode haver exigência do imposto na transferência dos bens para a pessoa jurídica.

O custo do ITBI pode comprometer a viabilidade da operação

Na prática, esse é um dos fatores que mais afetam a constituição da holding, porque pode representar desembolso expressivo logo no momento de implementação da estrutura.

O ITCMD também entra na conta

Quando os imóveis passam a integrar uma holding, a análise sucessória deixa de recair apenas sobre o valor individual de cada bem e passa a envolver a avaliação do valor de mercado da pessoa jurídica, o que pode alterar significativamente a base de cálculo do imposto em situações de herança ou doação.

A distribuição de dividendos também precisa ser considerada

Com as novas regras, a distribuição realizada por pessoa jurídica a pessoa física residente no Brasil, em valor superior a R$ 50 mil no mês, passa a sujeitar-se à incidência de imposto de renda retido na fonte à alíquota de 10%.

A economia na locação não encerra a análise

Ainda que a estrutura possa gerar economia na tributação da receita de aluguel, é necessário considerar os efeitos fiscais posteriores na disponibilização desses valores aos sócios.

A holding deixa de ser decisão puramente fiscal

O tema passa a exigir análise patrimonial, societária e sucessória mais ampla, com simulação econômica detalhada, avaliação concreta do risco de ITBI, projeção dos impactos de IBS e CBS, análise dos reflexos no ITCMD e consideração dos efeitos tributários na distribuição de resultados.

Planejamento passa a ser indispensável

A reforma tributária não elimina as vantagens da holding imobiliária, mas torna sua adoção menos automática e mais estratégica. Sem planejamento, a economia projetada pode se transformar em custo relevante no médio e longo prazo.

Iniciativas 

Happy hour no Rio

Aconteceu na última segunda-feira o primeiro encontro do ano de associados da ACBrasil no Rio de Janeiro. O evento aconteceu na sede da Firjan, onde os associados foram apresentados ao projeto Rio do Futuro, um grande levantamento sobre as oportunidades de negócio no Estado para os próximos 10 anos. Também foi feita uma apresentação do Complexo de Energia Boaventura (o antigo Comperj), atualmente uma grande rede de empresas ligadas à produção de energia e lubrificantes.

Happy Hour em São Paulo

Será na próxima terça, dia 17, a partir das 18 horas, o primeiro happy hour da ACBrasil em São Paulo neste ano. No evento, que será aberto a convidados, membros do Conselho de Administração e da diretoria da associação apresentarão seu plano de trabalho para o biênio 2026-27. Também serão apresentados os novos associados do primeiro trimestre deste ano e seus respectivos “anjos da guarda”.

O happy hour acontecerá no restaurante Generale Via Castelli (rua Martinico Prado 341, Higienópolis), entrada a R$ 110 (bebidas alcoólicas à parte).

Garanta sua participação clicando no link:

https://forms.gle/SFrq2jUnWfrbyPMA8

III Fórum da ACBrasil

O III Fórum de Governança (edição internacional) da ACBrasil vai acontecer dia 19 de agosto no Ibmec na Alameda Santos, em São Paulo. Os organizadores já estão em contato com patrocinadores e as oportunidades são limitadas: os interessados devem se apressar, porque há poucas cotas disponíveis. A programação do Fòrum, com a grade de palestras, será divulgada nas próximas semanas.

Para maiores informações, contate a diretora de parcerias e eventos, Isa Degaspari através do e-mail: eventos@acbrasil.org.br

 

Mentoria ACBrasil

O Conselho de Administração da ACBrasil já aprovou a primeira edição da Mentoria ACBrasil, um programa estruturado para apoiar o desenvolvimento de conselheiros, executivos e lideranças que desejam ampliar sua atuação estratégica, fortalecer sua trajetória profissional e aprofundar sua contribuição para a boa governança.

A Mentoria ACB conecta mentores experientes, com sólida vivência em conselhos, gestão e liderança, a mentorados que buscam evolução, clareza de direção e amadurecimento em temas como governança corporativa, tomada de decisão, posicionamento profissional, transição de carreira e desafios contemporâneos dos conselhos.

Ao longo do programa, os participantes terão acesso a:

-Trocas qualificadas e confidenciais entre mentor e mentorado

-Reflexões práticas sobre desafios reais de conselhos e liderança

-Ampliação de repertório, visão sistêmica e rede de relacionamento

-Desenvolvimento humano aliado à excelência técnica

A Mentoria ACB nasce com o propósito de formar, conectar e fortalecer lideranças conscientes, alinhadas às melhores práticas de governança e aos valores que sustentam organizações perenes.

Em breve, mais informações sobre inscrições, critérios de participação e cronograma no site da associação:

https://acbrasil.org.br/cms/

Dica de leitura

Empresa familiar: ônus e bônus da família empresária 

Um grupo de especialistas apresenta seus pontos de vista sobre diferentes aspectos da gestão de uma empresa familiar – como finanças, marketing, processos, gestão de pessoas – nesta obra coordenada por Eduardo Najjar, associado da ACBrasil. Ele também é autor de “Empresa familiar: construindo equipes vencedoras”, resultado de sua experiência na gestão de 200 empresas familiares ao longo da carreira, e que reúne 30 casos emblemáticos de problemas e soluções frequentes na condução de negócios.

Empresa familiar: ônus e bônus da famíla empresária: Editora Reflexão, 2020.

Empresa familiar: construindo equipes vencedoras na família empresária: Editora Integrare, 2011.

Datas 

15 de março: Dia do Consumidor

O Dia do Consumidor surgiu na década de 1960, nos Estados Unidos, a partir da ideia de criar um dia dedicado a conscientizar os consumidores sobre seus direitos e a importância de exigir produtos e serviços de qualidade. Essa data ganhou popularidade em outros países, incluindo o Brasil.

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ACBrasil

Pela integridade na governança

A Associação de Conselheiros do Brasil (ACBrasil) tem por finalidade promover, fortalecer, congregar e representar profissionais que atuam como conselheiros em organizações públicas e privadas, com e sem fins lucrativos, tendo como meta implantar princípios e práticas de Governança Corporativa, em prol do desenvolvimento sustentável, considerando os negócios como catalisadores das mudanças necessárias e gerando impacto positivo sobre a sociedade.

Jessica Tavares

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